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Rita Bonança

OS ENFERMEIROS TEM RAZÃO? ÓBVIO QUE SIM!

António Lima

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Caros e caras ouvintes!

Hoje trago-vos um assunto pelo qual tenho vindo a refletir e que me deixa “em estado de alerta máxima”. Tudo isto porque constato que os nossos direitos, num país que diz estar subjugado à democracia, estão a ir peno cano a baixo.  Lamento, mas neste país falar de deveres e direitos parece que é tudo a mesma coisa. Há direitos para uns, para outros não, há benesses para àqueles, mas alguns são esquecidos. Outros, ainda, acham-se com direitos de impor deveres a este e àquele quando nem ao menos cumprem direitos. E é assim que o nosso país vive, uns com tanto, outros com pouco, uns abusam e outros exageram. E isso consome-me!

Ora, apesar do nosso país estar ainda a erguer-se do apocalipse causado pela desgovernação do PSD/CDS, continuam a existir injustiças de um valor irreparável, com danos gravosos e incalculáveis na vida dos portugueses e portuguesas. E, por este facto, há que reclamar pelos nossos direitos! E reclamar não é vergonha nenhuma. Aliás, é um ato cívico de um valor imenso.

Isso tudo para dizer que há lutas desiguais e a prova viva disso é a evidente revolta dos enfermeiros…

Os enfermeiros tem razão? Óbvio que sim! Na berlinda estão as carreiras congeladas e o ordenado mensal sem qualquer equiparação a outras carreiras similares da administração pública . Ou seja, existem enfermeiros licenciados a ganhar abaixo das suas qualificações;  alguns ainda com especialidade e doutoramento sem qualquer reconhecimento salarial.

Outra reinvindicação tem a ver com o facto de ter sido extinguido a categoria de enfermeiro especialista, que é imprescindível em muitos serviços, nomeadamente no bloco de partos e no acompanhamento a grávidas nos centros de saúde.

A esse respeito, os enfermeiros tem sido a classe mais desprestigiada.

Escolher enfermagem não é o mesmo que escolher informática, engenheiria ou arquitetura, sem qualquer desprestigio por estas profissões, é claro! Na verdade, ser enfermeiro é ter amor ao próximo, é estar ao lado de quem precisa,  na doença, e em muitos dos casos em situações críticas e delicadas com risco de vida. Só por isso há que elevar a enfermagem.

Segundo a nóticia transmitida pela RTP Açores, no dia 16 de outubro, o Serviço de Obstetrícia do Hospital de Ponta Delgada está a ser assegurado por quatro enfermeiras especialistas, deixando de fora as restantes cinco.

A Ordem dos Enfermeiros diz não entender a posição do Hospital que mantém cinco profissionais afastadas do serviço de obstetrícia, substituindo essas profissionais por outras duas enfermeiras com menos qualificações. É OBRA!

Ser enfermeiro é uma das profissões mais exigentes que conheço e ainda assim com baixo valor salarial. A REVOLTA é essa… Um enfermeiro não é somente um apetrecho, o seu valor é infindo. Aliás, é ele que cuida por amor e com amor. Que trata das feridas, exteriores e aquelas do coração, na hora do aperto, é a vida de muitos que sofrem e, ainda, aquele que está junto de nós no caminho para a eternidade.  Ainda acham pouco?

O que pedem não é nada, apenas um direto que lhes é por direito. Isso não é reconhecido! Sim, a sua luta também é nossa.

Rita Bonança

MAS NEM TUDO NO NATAL BRILHA!

António Lima

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Caros ouvintes!

Com a chegada do natal, aqui em casa, vive-se uma agitação tremenda com os preparativos para a festa. A vidraça que dá para a rua encontra-se repleta de luzes a piscar. No hall de entrada foi feita a árvore de natal, em tons de verde, branco e prateado.

A casa está ornamentada de fio a pavio. Na mesa de jantar podemos petiscar algumas frutas secas: nozes, passas, avelãs e figos passados… Oficialmente, o “menino já mija” aqui em casa. Para quem nos visita, há ainda à disposição diversos licores para adoçar a boca.

O som das panelas e das batedeiras vindo da cozinha ecoa por toda a casa. É natal, é natal! O cheiro que se sente quase que engorda as nossas papilas gustativas.

Outras tradições não foram esquecidas… Ora, o bolo inglês com a fruta cristalizada, de variadas cores, é uma receita tradicional que não deve faltar neste natal. Geralmente, aqui em casa, é a avó Bela que faz o bolo, pois a receita nunca falha.

A ervilhaca esbranquiçada e o trigo reluzente foi colocado a demolhar, com alguns dias de antecedência, para adornar o presépio e as mesas nesta época.

Na praça costumo comprar o farelo que é tingido de verde, vermelho e amarelo e algumas verduras para enriquecer o presépio.

As meninas, todos os anos, quando desenrolam os bonecos de barro do presépio fazem como uma competição para ver quem encontra primeiro o “cagão”. Os adultos acham graça, imaginem a criançada!

O presépio é feito com a ajuda da pequenada que se delícia com esta azáfama total. Os bonecos de barro, da avó Paula, ainda têm escrito o preço em escudos, com lápis de carvão. Uma recordação impar, é verdade! Há um galo no presépio que é a relíquia na família, tem perto de 75 anos.

Mas nem tudo no natal brilha! O dia das montras, que acontece no dia 8 de dezembro, foi um falhanço total, um repertório pouco atrativo que não cativou quase ninguém à cidade, que noutros tempos encontrava-se repleta de gente, parecendo as festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres.

O melhor da festa é mesmo esperar por ela!

Um santo natal!

Rita Simas Bonança

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Rita Bonança

SÃO ESTAS AS FILHAS QUE SONHEI…

António Lima

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Olá de novo!

Esta semana marcou-me, essencialmente, pelos desabafos da minha filha mais velha, a Margarida. Para quem não sabe tive grávida quatro vezes e sou mãe de duas meninas, uma com oito anos e a outra com onze, ambas prematuras. Na procura de uma família numerosa passei por alguns constrangimentos, razão pela qual o meu médico recomendou-me cautela, porque a probabilidade de ter filhos com problemas era alta. Acomodei-me com a ideia com o passar do tempo… Aliás, não tinha outro remédio…

Porém, aquando os confrontos na Síria e depois de serem virilizadas imagens do menino morto naquela praia não consegui ficar indiferente às cenas que espelhavam o terror, a agonia, o perigo e a angústia. Foram imagens fortes, de uma crueldade atroz.

Recordo-me, vivamente, de ligar para a Concelho Português para os Refugiados e ficar inscrita como família de acolhimento de uma criança órfã, assumindo todas as despesas em relação à sua educação, à alimentação, à estadia e saúde. Afinal, estava em causa uma criança que tinha perdido a sua família em pleno campo de guerra. A dor vivida e sentida por aquelas crianças fez-me ver que por mais pequena que seja a nossa intenção vale sempre a pena tentar… E foi isso que fiz, tentei! O meu compromisso foi até ao fim, contudo passado alguns meses fui informada telefonicamente que Portugal não recebeu nenhuma criança órfã vítima de guerra.

As minhas filhas, é claro, que tomaram também conhecimento deste desfecho. E, no meio de algumas decisões importantes com contornos inadiáveis que assumi, acabei por fazer o meu doutoramento, ficando este assunto esquecido.

Entretanto, passados muitos meses, numa bela tarde de sábado, diz-me, com ar comedido, a Margarida, que só vai ter filhos do coração, cumprindo assim com o meu último desejo de aumentar a família. Palavras para quê… Elas surpreendem-me a cada dia. São estas as filhas que sonhei… Uma bênção eterna com valores que me comovem.

Rita Simas Bonança

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Rita Bonança

AFINAL, ONDE ANDAM OS NOSSOS DIREITOS?

António Lima

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Caros ouvintes da 105 fm,

Fiz um zapping pelos vários canais de televisão e deparei-me com uma notícia que relatava os sucessivos maus tratos por parte do marido à mulher, culminando com a morte desta. A cena fez-me lembrar acontecimentos do século passado.

É claro que não poderia ficar indiferente aos relatos ouvidos, pelo que procurarei, nestas breves linhas, refletir sobre este assunto, como palco de uma das notícias da atualidade. Sobre este tema, inclui-se também o papel da justiça, da saúde e da educação.

Aliás, muito se especula sobre violência doméstica, muito se diz sobre os direitos das vítimas, mas pouco tem sido feito sobre o cumprimento destes mesmos direitos.

O debate sobre este assunto emerge como prioritário, pelo que a aplicação de medidas edificantes surge como crucial, tendo em vista a promoção de ações de campanhas e o devido acompanhamento das vítimas na desconstrução dos medos que subsistem.

Segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), a violência doméstica tem aumentado significativamente em Portugal, quase 2% em 2016 face ao ano anterior, com 27.291 ocorrências registadas, envolvendo 32 mil vítimas, sendo a maioria mulheres, cerca de 79,9%, com 25 ou mais anos de idade. No que se refere aos agressores, verifica-se que são predominantemente homens, representado um total de 26.845.

Face às evidências, contesto o fracasso da educação na promoção de iniciativas/projetos contra a violência doméstica, ainda a pouca atuação da justiça contra o combate a este tipo de crimes e a incapacidade da saúde na detecção precoce de situações de risco.

Afinal, onde andam os nossos direitos?

Uma boa semana a todos e a todas!

Rita Simas Bonança

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